vida real
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Hiatus (ou sobre a vida sem apêndice e sem internet)
Esse mês o Mundo de Coisas Minhas completa um ano de existência e entra para o hall do blog mais duradouro que já fiz. Inclusive entra para as estatística dos blogs bem sucedidos, ou seja, aqueles que atravessaram o primeiro aninho. Para comemorar essa data feliz, eu tinha posts super bacanas planejados. Foi então que
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O que é a verdade, o que é ser mulher e o que isso tudo tem a ver com The Runaways
Então, vamos começar do começo. E esse começo vem de uma idéia antiga para um post complicado sobre essa questão básica de “O que significa ser mulher? O que é expressar feminilidade?”. É o tipo de pergunta que não tem uma resposta pronta, direta. É o tipo de coisa que a gente pode divagar, discutir,
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Sandy agora é Devassa
O video fala por si só: [youtube=http://www.youtube.com/watch?v=rwB9fBxMsBQ&feature=related] Então, classificar mulheres em santas ou vadias sempre existiu na história da humanidade. O imaginário construído em torno do corpo feminino sempre prezou essas duas categorias, como se uma mulher fosse um extremo, nunca uma coisa no meio. Aceitar e reafirmar essa idéia é contribuir para um sistema
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Por que ninguém quer ouvir a verdade do Carnaval?
Se você não esteve dando voltas em Marte nos últimos dias, provavelmente já deve ter se deparado com esse video na internet: Escrevi esse post há três anos e apesar de hoje continuar pensando as mesmas coisas sobre o Carnaval, não concordo mais com a posição da jornalista do tal vídeo. Ela é uma conservadora
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Apostas para o Oscar 2011 [E resultados do Oscar 2011]
É hora de fazer as apostas da noite! [Em vermelho os comentários sobre os resultados da noite de ontem atualizados] Esse ano estou mais empolgada para acompanhar a premiação pelo fato de ter visto grande parte dos filmes que estão concorrendo às principais categorias. Um jeito bacana de conhecer os indicados é pelo Infográfico do
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Resenha de Filme: O Discurso do Rei
Seguindo nos meus comentários dos filmes indicados ao Oscar, vem agora O Discurso do Rei que, apesar de extremamente longo, consegue contar uma história sensível de superação e busca da identidade. O então príncipe Albert de York (Colin Firth) sofre de uma gagueira incurável acompanhada de um temperamento nervoso e agressivo. Sua mulher, a princesa