Nesses últimos dois meses escrevi um bocado. Mas rotina de escritor e blogueiro é assim mesmo. Principalmente para quem quer buscar sempre qualidade. Okay, em alguns momentos deu pra quase perder os cabelos (que não são poucos), mas no fim das contas sobrevivi e tenho (literalmente) muitas histórias pra contar. Mais um pouco da minha rotina de escrita pra vocês.

E o que não faltou foi variedade. Não é que estou até aprendendo a escrever com os pés?
Foram dois contos escritos para envio de antologias. Não vou contar muito (aaaaaaaaaaaaah que ansiedade), mas posso dizer que os temas foram incríveis e que fiquei bastante motivada para escrever. E foram contos grandes, hein, de 5000 palavras cada, e pela primeira vez na história da minha escrita eu tive que bolar um jeito de esticar uma trama (isso porque normalmente sou super prolixa). Mas o resultado me deixou bastante feliz. Agora só espero que deixe feliz também os organizadores da antologia. hahaha
Também escrevi dois trabalhos finais de curso. É, escrita acadêmica também é escrita, né? Um foi a versão final do meu projeto de mestrado e outro foi um artigo de tema literatura e crime. Fiquei surtada durante as duas semanas em que trabalhei neles. E ainda teve a versão escrita de uma comunicação que apresentei que será publicada nos anais de um congresso. Eu fico super ansiosa com escrita acadêmica e durante o trabalho acabo fazendo umas coisas loucas tipo fazer dancinhas estranhas, ouvir músicas estranhas e gritar coisas incompreensíveis. Normal.
Outro trabalho pesado foi a reformulação do meu blog literário, o Livros de Fantasia. Passar para o domínio próprio exigiu que eu refizesse algumas coisas, inclusive reescrevendo algumas páginas de informação. Isso fora os posts de sempre. Para quem não consegue esse blog, ele é todo dedicado ao gênero fantasia (incluindo aí alguns gêneros vizinhos como a ficção especulativa, ficção científica e a literatura fantástica) e traz resenhas, notícias de lançamentos, entrevistas e promoções.
E teve mais escrita, dessa vez para o projeto de bolsa de criação literária da Biblioteca Nacional. Peguei um trabalho meu de uns três anos atrás e reescrevi para se adequar às normas do projeto. É um tipo de texto diferente do que costumo escrever. É um romance pequeno (ou seria um conto grande? rs) mais experimental e contemporâneo sobre um grupo de amigos que vive em Belo Horizonte. É uma espécie de drama, mas com um formato diferente, uma vez que a ordem dos capítulos realmente não afeta a compreensão do texto.
Também reescrevi algumas cenas de Metrópole que é meu livro de ficção científica. A Karen Alvares, a Nikari e a Amanda Pavani me ajudaram muito no trabalho de revisão e agora cheguei na versão final que queria. Só falta mesmo tomar vergonha na cara, imprimir tudo e registrar na Biblioteca Nacional para depois enviar para editoras. Tem um pouquinho de Metrópole clicando aqui.
Quanto a escrever com os pés, não, ainda não me tornei tão habilidosa, mas estou frequentando aulas de balé. E o que é balé se não escrever com os pés e criar histórias de um jeito que não seja com palavras, hein?

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E vejo vocês por aí!
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