vida real

  • Essa semana eu vi #1

    Se tem uma coisa que eu gosto mais do que ver filmes/séries é justamente comentar o que vi. Por causa dessa minha mente obsessiva que não deixa ninguém em paz, irei compartilhar agora com vocês minhas impressões do que vejo. Mas não se preocupem, será tudo de uma forma resumida. Como não tenho tempo de

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  • Carta para meu eu de 14 anos

    Esse post era pra ter ido ao ar no meu aniversário (9 de agosto). Mas por causa do apocalipse bloguístico, vamos agora, um mês depois. Olá eu de 14 anos. Hoje é nosso aniversário. Pois é, o tempo passou, às vezes devagar, às vezes rápido demais e cá estamos chegando aos 24. Eu queria te

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  • Ballet depois dos 20 anos – Parte III: A primeira vez nas pontas

    Desde meu último post sobre minha experiência no ballet clássico (vocês podem ler aqui), muita coisa aconteceu. Aprendi novos passos, memorizei uma sequência de barra (oh yeah!), machuquei a perna direita (que ainda está em recuperação), fiz uma pequena sequência no centro sem parecer uma jaca podre, fiz uma aula aberta (e meu marido estava

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  • Ballet depois dos 20 anos – Parte II

    Cinco meses atrás, eu fiz este post contando como foi recomeçar no ballet clássico depois de uma década. Falei um pouco das dificuldades que nos impedem de começar e do preconceito que algumas pessoas têm. Agora, quando essa minha empreitada de dançar está prestes a completar um ano, decidi que é tempo de listar as

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  • Olá mundo (de novo) e as 5 coisas que aconteceram enquanto eu não aparecia por aqui!

    Ao contrário do que andavam dizendo por aí, não, eu não morri e não abandonei este blog. A questão é que váaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaarias coisas aconteceram nesses últimos tempos (boas e ruins) e a vida me separou dessas páginas online. Acontece. Mas eu não esqueci de vocês e inclusive guardei cada palavra de atenção e carinho de

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  • Ballet depois dos 20 anos – Parte I

    Ballet. Tutus. Sapatilhas. Saltos. Um mundo que cria um certo fascínio nas pessoas. Uma aura distante. O ballet parece estar a milhas de distância de nós meros mortais. Só que não. Foi o que eu descobri nesses últimos meses quando decidi que já passava da hora de voltar a usar sapatilhas. Depois de mais de

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